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Centrais apoiam acordo por jornada de 40 horas | Notícias

redacao by redacao
26/05/2026
in Últimas Notícias
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Centrais apoiam acordo por jornada de 40 horas | Notícias
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As centrais sindicais brasileiras saudaram o entendimento construído na Câmara dos Deputados sobre a redução da jornada e o fim da escala 6×1.

As entidades afirmaram que o acordo resulta de amplo processo democrático baseado na negociação institucional e no fortalecimento permanente do diálogo social.

As centrais reconheceram a atuação do governo federal, liderado pelo presidente Lula, ao priorizar a pauta trabalhista nas discussões nacionais recentes.

Também destacaram a participação do presidente da Câmara, Hugo Motta, do relator Léo Prates e do deputado Alencar Santana nas negociações.

Segundo o entendimento apresentado, a proposta reduzirá imediatamente a jornada semanal para 42 horas, até sessenta dias após a promulgação da medida.

Posteriormente, a transição avançará durante doze meses até consolidar a jornada semanal de 40 horas, preservando salários e garantindo previsibilidade produtiva.

As entidades avaliaram que a proposta melhora condições de trabalho e oferece tempo adequado para que empresas reorganizem processos e adaptem atividades.

Além disso, as centrais defenderam que o fim da escala 6×1 representa avanço histórico alinhado às reivindicações construídas pelo movimento sindical brasileiro.

De acordo com as entidades, experiências internacionais mostram que jornadas racionalizadas fortalecem produtividade, impulsionam inovação e estimulam economias mais estáveis e sustentáveis.

As centrais reafirmaram mobilização permanente pela aprovação definitiva da proposta e defenderam crescimento econômico associado à qualidade de vida dos trabalhadores.

Confira a seguir a nota na íntegra:

Centrais Sindicais saúdam entendimento sobre redução da jornada

O entendimento construído no âmbito da Câmara dos Deputados em torno da proposta de redução da jornada de trabalho e do fim da escala 6×1 é resultado de um amplo processo democrático de negociação institucional e diálogo social.

As Centrais Sindicais brasileiras reconhecem o espírito público demonstrado pelo Governo Federal, sob liderança do Presidente Lula que deu urgência e centralidade à pauta, e pelo Congresso na construção deste entendimento.

Merecem destaque a postura do presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, a atuação do relator, Leo Prates, e o trabalho político desenvolvido pelo presidente da Comissão Especial, Alencar Santana, na busca de convergência em torno de uma pauta que fará diferença (para melhor) para a classe trabalhadora.

A proposta estabelece a redução imediata da jornada para 42 horas semanais, em até 60 dias após a promulgação da medida, seguida de uma transição de um ano até a consolidação da jornada de 40 horas semanais, sem redução salarial. Dessa forma, assegura às trabalhadoras e aos trabalhadores melhores condições de vida e de trabalho, ao mesmo tempo em que oferece aos setores econômicos um horizonte claro de adaptação e transição, compatível com a reorganização produtiva contemporânea.

A superação da escala 6×1 e a redução da jornada constituem, nesse sentido, um avanço civilizatório alinhado às expectativas históricas do movimento sindical brasileiro. A experiência internacional demonstra que sociedades que avançaram na racionalização das jornadas de trabalho e na distribuição social dos ganhos de produtividade conseguiram construir economias mais dinâmicas, inovadoras e estáveis.

As Centrais Sindicais permanecerão mobilizadas pela aprovação definitiva da proposta. A expectativa é de que o Brasil dê um passo decisivo na construção de uma sociedade mais equilibrada e humanizada, capaz de reconciliar crescimento econômico, produtividade e qualidade de vida para trabalhadoras e trabalhadores.

São Paulo, 25 de maio de 2026

Sérgio Nobre, presidente da CUT (Central Única dos Trabalhadores)

Miguel Torres, presidente da Força Sindical

Ricardo Patah, presidente da UGT (União Geral dos Trabalhadores)

Adilson Araújo, presidente da CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil)

Antonio Neto, presidente da CSB (Central dos Sindicatos Brasileiros)

Sonia Zerino, presidente da NCST (Nova Central Sindical de Trabalhadores)





Fonte da matéria: https://mundosindical.com.br/Noticias/View.aspx?ID=69154

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